Em tempo de festa, com um jantar de comemoração do 115.º aniversário do Nacional, Rui Alves, o presidente do clube, foi claro nas suas ambições em termos de um futuro próximo. “Em tempo de aniversário, fazemos sempre uma passagem pela parte relevante da história do clube e projetamos o futuro com duas ou três ideias fundamentais, para continuar a ter uma história gratificante em outros 115 anos. Não há uma preocupação muito especial. O projeto desportivo é maduro, mas há situações por resolver em termos de infraestruturas”, disse o líder alvinegro.
Fundamental, no entender do responsável máximo nacionalista, é o desenvolvimento das condições de trabalho do seu emblema. “O tempo não pára, neste momento nas condições de participação ao mais alto nível, do ponto de vista do futebol profissional, há um défice infraestrutural por parte dos clubes da Madeira e que urge resolver. A maioria dos clubes que competem na 1ª Liga têm academias com seis campos relvados e fica difícil competir com a mesma qualidade futebolística, com situações desiguais. Nós já temos um complexo e queremos ampliá-lo no sítio onde está”, disse o líder alvinegro.
Outro tema quente é a centralização dos direitos televisivos. Rui Alves abordou de forma direta o assunto e prometeu uma proposta nacionalista que visa uma maior justiça na distribuição dos valores. “Vamos apresentar uma proposta, pois discordamos com a centralização que a Liga apresentou, parece-me que há uma tentativa de satisfação dos grandes com promessas que, em transição futura, nos coloca ao nível das chaves de outros países europeus. Entendo que Portugal chega muito tarde e deve ir logo para chaves muito semelhantes às que existem e não ter países como referência”.
E especificou a sua ideia: "O Nacional vai apresentar a sua proposta, que mesmo assim será a mais desequilibrada da Europa, mas é bastante diferente daquela que foi apresentada”. E sobre uma possível oposição dos chamados três grandes do futebol português, vincou: “Os três grandes, cada um por si, contam os mesmos votos que o Nacional na AG da Liga”. Por último, adiantou que "há uma referência padrão das chaves europeias". Metade do budget é dividido de forma igual. E essa não foi a intenção daquilo que a Liga apresentou. Por outro lado, neste momento, a relação mais desigual que acontece é em Espanha, que é um para três e meio. A proposta que nos foi apresentada foi de um para 7.3. No caso presente, para o Nacional, até reduzia o valor que temos agora a receber."
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