Rafael Nadal coleciona milhões de seguidores e admiradores um pouco por todo o Mundo. Um dos mais fiéis será André Horta, afinal não é qualquer um que tatua o rosto do tenista maiorquino no corpo. O médio do Sp. Braga esteve à conversa com o site 'Bola Amarela', especializado em ténis, e contou como viu a final do Open da Austrália, em que o espanhol virou de 0-2 em sets frente ao russo Daniil Medvedev para alcançar o seu 21.º Grand Slam da carreira e, assim, distanciar-se de Roger Federer e Novak Djokovic no olimpo do ténis.
"Quando comecei a ver a final, lembro-me que o meu irmão [Ricardo Horta] me mandou logo mensagem no fim do primeiro set a dizer 'hoje vai ser um amasso daqueles'. Respondi e disse que ainda havia muito jogo. Uma das coisas que mais retiro e aprendo com ele, uma das expressões que sempre ficou na cabeça é que quando está em dificuldades nos jogos, o trabalho é arranjar soluções. Já vimos muitas reviravoltas do Nadal e a verdade é que sabia que ele ia equilibrar o jogo e que a história não ia ser como no primeiro set. No segundo set viu-se um Nadal rejuvenescido, ao ataque. No tie-break, acabou por ser superior o Medvedev e aí senti que ele se foi um pouco a baixo. Mas depois quando sentiu o cheiro a sangue, teve a oportunidade de fazer o break e não mais largou", contou o camisola 10 dos arsenalistas.
E a final decorreu na manhã de 30 de janeiro, no horário português, altura em que o Sp. Braga estava em estágio para o encontro com o Moreirense, que decorreu às 18 horas desse mesmo dia. Perante a confiança de ver Nadal operar essa incrível 'remontada' diante de Medvedev, André Horta nem se mexeu. Literalmente. "Nós estávamos em estágio durante a final. Ganhou o terceiro set e nós estávamos no almoço. Já não queria sair da mesma posição, mas não ia ficar na sala de refeições sozinho. Fui para o quarto e eu estava a ver o jogo numa posição, sentado na cama, em vez de estar encostado, até um pouco desconfortável. Ele foi ganhando e eu nestas coisas sou muito supersticioso. Fiquei o fim do quarto set e o último set na mesma posição. Foi uma dor de costas... Mas não podia sair daquela posição porque estava a dar sorte!", afirmou o mais novo dos irmãos Horta.
"Podem acabar com as discussões sobre quem é o melhor de sempre", disse André, que não deixou de falar de Djokovic durante esta entrevista. "Obviamente que gosto de o ver, mas ele tem de perder sempre. Sem lhe querer faltar ao respeito, tem de perder sempre". É suspeito, claro, e é capaz de não ser o único admirador de Nadal a pensar o mesmo do sérvio...
André Horta recordou o momento em que conheceu Nadal, em 2018, altura em que lhe mostrou a famosa tatuagem. "Eu estava sem palavras. Olhei para ele, veio para me cumprimentar e acho que foi a primeira vez que fiquei sem palavras. Mostrei a tatuagem e ele só me dizia 'mas tu és maluco?'", recordou.
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