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António Pedro Peixoto apresentou esta quinta feira, oficialmente, a candidatura à presidência do Sp. Braga e disse querer fazer uma rutura com a gestão de António Salvador, mas prometeu uma campanha pela positiva e sem críticas. Numa cerimónia que decorreu junto à entrada do Estádio 1.º de Maio em nome do simbolismo que o recinto tem para os adeptos do clube, António Pedro Peixoto disse querer valorizar os sócios, melhorar a ligação com a cidade e instituir maior transparência.
"É possível existir rutura sem confronto, posso romper com o passado sem o criticar até porque o trabalho destes 13 anos está feito, não se pode alterar. Seria prejudicar o clube entrar numa lavagem de roupa suja e eu, apesar de não concordar com tudo o que foi feito, não o quero fazer. Estarei sempre pela positiva e a génese deste movimento é o amor ao clube", disse.
Acompanhado por Carlos Garcia, antigo jogador e treinador do Sp. Braga e presidente da comissão de honra da candidatura, Peixoto explicou que esta assenta em três princípios fundamentais: valorização dos sócios e adeptos, criação de uma ligação entre clube e cidade e transparência.
"Nenhum clube do mundo consegue ter sucesso sem sócios e adeptos contentes e que se identifiquem com o clube. O maior património que o clube tem não é o presidente, o estádio ou os jogadores, mas sim os seus adeptos. Eu falo disto porque sou adepto de ir ao estádio ver todos os jogos, a minha lista de é toda ela composta por adeptos", afirmou sobre o primeiro ponto.
Defendendo que o estádio Municipal de Braga tem de ter melhores condições, o candidato avançou que criará escadas rolantes e mais elevadores para os adeptos de mais idade poderem frequentá-lo.
União entre cidade e clube
Peixito advogou também que clube e cidade "não estão unidos", considerando que "há uma barreira invisível" entre ambos. "Para um clube como o Braga querer ser campeão, tem de fazer mais pela cidade, que é a terceira do país, e não fechar-se numa concha como tem feito, a cidade tem que ter orgulho no seu clube", disse.
O advogado de 40 anos e antigo guarda-redes de futsal do clube, conhecido nessas lides por 'Pli', revelou querer instituir uma "fundação com uma intervenção social muito grande na cidade", que seja responsável pela "atribuição de bolsas de estudo a alunos carenciados".
Finalmente, quer que haja uma maior transparência e, nesse sentido, promoverá, de três em três anos, uma auditoria externa às contas.
"Os sócios têm que estar por dentro de tudo, têm que ser informados de tudo, não podemos andar a coscuvilhar, por exemplo, sobre de quem são as ações compradas à câmara municipal de Braga", disse.
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