Carlos Carvalhal e a goleada ao Santa Clara: «Atitude dos jogadores foi espetacular»

• Foto: Luís Vieira/Movephoto

Carlos Carvalhal realçou a atitude dos jogadores após a goleadam, por 6-0, sobre o Santa Clara, admitindo, contudo, que não há jogos perfeitos.

"Não há jogos perfeitos. Nem vou ter a presunção de dizer que somos a melhor equipa do mundo", começou por dizer à Sport Tv. 

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"Foi um jogo bem conseguido pela atitude dos jogadores, que foi espetacular. Interpretamos bem o jogo. Nem tudo está mal quando se perde, nem está tudo bem quando se ganha. A minha satisfação é pelos jogadores e pelo comportamento espetacular que tiveram durante as duas semanas de trabalho e pela entrega a um nível muito alto. Provaram que todos merecem jogar e deram-me dores de cabeça e dificultaram-me a vida [para escolher o onze]. Preparámos bem o jogo e a vitória é inteiramente justa", acrescentou.

Mudanças na defesa do Santa Clara

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"O adversário teve dificuldades na defesa ao atuar com um lateral no eixo central. É um adversário com valor e competência. Foi uma noite de nível elevado, ao nível do que fizemos nos últimos três ou quatro jogos, à exceção do último [na Luz]. Entendemos que antes desse jogo tínhamos feito o melhor jogo da época, em que vencemos o Ludogorets por 3-0, com exibição brilhante. E depois foi esse jogo. Ficou percebido o porquê da goleada [frente ao Benfica]."

Vitinha e os jovens da formação

"Temos um olhar especial para a formação. Desde que chegámos já jogaram 9 jovens da formação na equipa principal. Há uns que estão melhor preparados e outros ainda não. Tivemos hoje o exemplo dois jogadores. O Bruno Rodrigues, que na época passada fez 7 jogos connosco e o Bruno de hoje não é o que era há 6 meses. Evoluiu e ganhou maturidade. Está melhor preparado e hoje correspondeu em pleno. Foi alguém em quem depositamos esperanças. Com o Vitor é igual. Tem evoluído bastante e ido jogar à equipa B quando não é convocado. Jogou em Barcelos e no fundo aparece a jogar com todo o mérito. Não é por serem jovens que merecem oportunidades, é a conseqência. Ao contrário de outros com potencial e que precisam de tempo de maturação. Falo no Rodrigo Gomes, no Roger, não quero ser injusto. Esta vitória é do coletivo, porque foi de um coletivo muito forte e que seria difícil para qualquer adversário", concluiu.

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Por Record
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