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As declarações de Carlos Vicens, treinador do Sp. Braga, após a vitória por 3-0 na receção ao Rio Ave, para a 21.ª jornada da Liga Betclic.
Análise ao jogo
"Foi uma partida na linha das últimas, de alto nível, que procurámos vencer desde início. Mentalmente a equipa está muito consciente, entrou bem, forte em casa com os nossos adeptos. Conseguimos uma margem maior já no final, mas a equipa esteve agressiva, unida e procurou o segundo golo constantemente. Estou contente pela mentalidade, pelo esforço e há que continuar assim."
Equipa mais madura?
"Não sei se é o melhor momento, mas é um dos melhores. Tivemos mais um dia a mais para treinar, de respirar um pouco, uma semana limpa, treinar algo mais e a equipa chegou bem a este jogo. Um dos meus focos foi consciencializar a equipa que a energia dos jogos com o Alverca e Aves teria de ser a mesma com o Rio Ave. A equipa está num bom momento, mas o futebol não tem memória e no jogo seguinte [contra o Gil Vicente] vai começar 0-0. Será um dos mais difíceis que vamos ter fora de casa e vamos ter de nos preparar muito bem se quisermos a vitória."
Equipa sem sofrer golos há seis jogos...
"Cada jogo foi diferente. Tondela tem feito bons jogos desde o nosso, depois tivemos competições diferentes e esses jogos são sempre diferentes e especiais. Depois, nos jogos da Liga há três resultados possíveis e nós só podíamos pensar na vitória, só há um objetivo. Neste contexto, em diferentes competições, isso vê-se em campo. Temos visto uma equipa muito consciente em defender de forma unida e que está com um dinamismo bom. Vamos trabalhar para continuar assim."
Gil Vicente-Sp. Braga na próxima jornada
"Não é um teste, mas sim um jogo difícil entre dois concorrentes pelo quarto lugar. Queremos chegar mais acima, agora estamos no quarto lugar, e vamos ter um jogo difícil perante uma equipa que fez uma grande primeira volta. Temos de dar uma grande versão do Sp. Braga se quisermos vencer."
"Não podíamos sobreviver com 12 jogadores"
"Há uma série de desvantagens de fazer 41 jogos a 2 de fevereiro, mas também há vantagens e essas são que os jogadores competiram contra muitos adversários diferentes. Não podíamos sobreviver a fazer 41 jogos até 2 de fevereiro usando só 12 ou 13 jogadores, pelo que tivemos de utilizar muitos. É um processo mais lento, mas isso envolveu todos os jogadores do plantel e, jogue quem jogar, eles têm as ideias muito claras. O coletivo está a beneficiar agora de todo o trabalho anterior de nove meses."
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