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A inauguração do Estádio Amélia Morais, esta terça-feira, concluiu a terceira fase da Cidade Desportiva do Sp. Braga, uma grande obra idealizada pela direção de António Salvador e edificada na última década. Este é um mini-estádio de futebol de 11, que servirá de casa à equipa feminina, dando um sublinhado maior à aposta do clube nesta vertente.
Mas vale a pena revisitar, agora, todo o projeto da Cidade Desportiva, que implicou o investimento de cerca de 60 milhões de euros, totalmente suportado pelo Sp. Braga, como António Salvador vincou esta tarde. O Estádio Amélia Morais custou 10 desses 60 milhões de euros.
Ora, a Cidade Desportiva do Sp. Braga ocupa um total de 240 mil metros quadrados (24 hectares), tendo uma área bruta de construção de 36,3 mil metros quadrados. A primeira fase, de 6,2 mil metros quadrados, era composta por sete campos de futebol, dois dos quais com bancadas para jogos oficiais de equipas de formação.
A segunda fase foi bem mais ampla na sua dimensão, com 28,1 mil metros quadrados, onde o Sp. Braga passou a contar com um pavilhão multidesportivo, escritórios, loja oficial, zona de restauração, zona residencial com 60 quartos, toda a estrutura destinada ao futebol profissional, dois campos de treino e ainda um campo de ativação complementar ao ginásio.
Por fim, a terceira fase são estes 2 mil metros quadrados do Estádio Amélia Morais e toda a área de serviços, onde estarão instalados os serviços do futebol feminino.
O Sp. Braga vinca que este novo estádio é "o primeiro totalmente dedicado ao futebol feminino", sendo que também servirá de casa aos jogos da equipa B masculina. Tem 2.800 lugares sentados, relvado híbrido "igual ao relvado do Estádio do Dragão", ecrã LED gigante, iluminação LED, sistema de som equivalente ao do Estádio Municipal de Braga, sala de imprensa com capacidade para 30 profissionais, 40 câmaras de CCTV, e torniquetes digitais. O recinto demorou cerca de 2 anos a ser construído.
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