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No interrogatório judicial, que a RTP divulgou, Bruno de Carvalho foi confrontado com a sua célebre expressão para elementos da Juve Leo "façam o que quiserem", numa reunião na sede da claque a 7 de abril. O antigo presidente esclareceu que apenas quis 'despachar' a reunião e qu o tema era outro.
"O tema da conversa foi 90 por cento o ataque que fiz, segundo eles, ao Fernando Barata. E alguem diz 'vamos fazer uma tarjas com frases'. A verdade é que tinha de acabar a reunião e disse relativamente às tarjas 'façam o que quiserem', porque sabia que o 'façam o que quiserem' era inócuo", esclareceu Bruno de Carvalho ao juiz de instrução do Barreiro.
BdC foi ainda confrontado com as tochas lançadas pela Juve Leo na direção de Rui Patrício no dérbi da época passada com o Benfica, que considera "mera parvoíce". "A única coisa que queria era fazer uma homenagem a um adepto morto, porque fazia parte da combinação para eles se acalmarem, e depois eles fizeram aquilo", começou por dizer, com o juiz a recordar os comentários 'aquilo foi lindo': "Não são meus, de certeza, fiquei espantado e achei mera parvoice."
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