Especialista em futebol jovem, Carlos Dinis sublinha que os resultados do Sporting, ao nível do aproveitamento da Academia, “não podem ser dissociados do trabalho anterior, porque a formação é um processo contínuo.” O técnico reconhece que parte da explicação para o atual sucesso reside nas “vantagens da equipa B relativamente aos empréstimos” que os leões reduziram à mínima expressão (Miguel Lopes, Viola, Renato Neto, Etock, Rubio e Zezinho). Ainda assim, alerta, “permanecer três anos na equipa B pode ser prejudicial”. “Um empréstimo será produtivo se for para competir a um nível superior”, defende.
Foi esse, de resto, o percurso de Wilson Eduardo ou Adrien que estão finalmente a agarrar a oportunidade. “Houve uma mudança radical em termos estruturais. Os jogadores conseguiram libertar-se. E os resultados são fundamentais, porque trazem confiança e autoestima. O Sporting não tem estrelas, mas a equipa funciona”, afirma Carlos Dinis. O mérito é partilhado com Leonardo Jardim. “Começou de baixo. Tem percurso meritório, um discurso sereno e tranquilo.”
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