Da mensagem das 12h34 ao encontro junto ao pavilhão: as horas decisivas até ao ataque da Academia

• Foto: Lusa

Segundo o Ministério Público, entre os dias 12 e 14 de maio, Fernando Mendes, antigo líder da Juve Leo e um dos seus elementos mais importantes, ligou várias vezes a Bruno de Carvalho, estabelecendo ainda contactos com Mustafá. A acusação diz ainda que o plano delineado pelos elementos da claque "visava ofender corporalmente todos os jogadores e elementos da equipa técnica, privá-los da liberdade, ameaçá-los, bem como destruir-lhes os seus veículos que sabiam ser de alta cilindrada e de elevador valor patrimonial". Segundo o despacho da procuradora Cândida Vidal a que a 'Sábado' teve acesso, "Bruno de Carvalho determinou aos elementos da claque a prática de acções violentas contra os jogadores, treinador e restantes elementos da equipa técnica".

O plano criado no WhatsApp estava finalmente em marcha. Pelas 12h34 de 15 de Maio, o oficial de ligação aos adeptos, Bruno Jacinto, e Tiago da Silva trocam mensagens. O funcionários dos "leões" pergunta "como estão as coisas" e se "sempre vão à Academia". Tiago confirma que vão, mas pede para que não sejam feitos comentários. "Mas o Musta [ndr: Mustafá] falou com o presi ou o André?", questiona Jacinto. Tiago diz que acha que não, mas que o grupo já deve reunir umas 100 pessoas. Mais tarde, encontram-se os dois, juntamente com Fernando Mendes,  junto ao pavilhão do Sporting – é aí que o antigo presidente da Juve Leo diz ao OLA que se vai deslocar à Academia também. Horas depois, a academia era invadida.

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