Paulo Bento: «Mexidas na espinha dorsal tiveram influência»

“Quinze anos depois, o final foi momento complicado. Revivi demasiadas coisas...”, frisava Paulo Bento no Quadro de Honra, da Sport TV. E a evolução meteórica como futebolista teve maior fôlego na carreira de técnico, que começou a ser ponderada na fase final da passagem por Oviedo.

“Não havia grande margem para ponderar. Tomei a decisão de aceitar subir aos seniores mas, nessa altura, não estava à espera que tal se proporcionasse. Embora nunca tivesse receio”, salientou em relação ao passo.

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Mas houve algo que nunca se alterou entre miúdos e graúdos – os mandamentos de como treinar: “O treinador não deve levantar problemas, não deve ter medo dos problemas e está lá para resolver problemas. São necessárias regras – deve ter competência (conhecimento) e liderança, sobretudo a nível de disciplina porque assim aproxima-se do sucesso”.

E são estas as regras de jogo que encaixam no tabuleiro leonino, onde fazer mais com menos dinheiro se transforma de proeza em necessidade. “Em termos exteriores, era bom por ser jovem no início, depois houve mais interesse em fazer sangue do que avaliar o trabalho... Foi o ano mais irregular na Liga mas as mexidas de atletas da espinha dorsal acabaram por ter influência. E, apesar de haver muita qualidade, ter alguns jogadores da formação acaba por ter custos. Mas é este o compromisso, vou cumpri-lo e já conseguimos conquistar objectivos”, frisou Bento.

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