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Na entrevista concedida à Sporting TV, que marcou o adeus definitivo ao Sporting, Pedro Porro não esqueceu vários momentos marcantes e até caricatos que fizeram parte do seu trajeto em Alvalade. Um deles prendeu-se curiosamente com o facto de ter surgido com calções recortados no dia em que foi oficializado como reforço dos leões em 2020, um dado que conduziu algumas críticas por parte dos adeptos, algo justificadas, brinca o ala espanhol.
"Lembro-me do primeiro dia. Não gostaram muito aqui no Sporting dos calções [risos]. Tive confiança de todo o staff e clube. Senti-me bem recebido, com muita admiração. Vinha sem jogar e desde o primeiro jogo dei tudo e isso é o que me deixa satisfeito", começou por recordar, explicando o contexto em que tal sucedeu: "Tenho os calções guardados. Estava na praia, à espera da confirmação do negócio, foi tudo muito rápido, não tive tempo de passar por uma loja. Mas voltaria a fazer igual. Voltaria a fazer isso para ganhar títulos, jogar tantos jogos, tudo igual…"
Numa mensagem também direcionada aos adeptos leoninos, Porro não esqueceu o apoio que sentiu ao longo de quase três épocas ao serviço dos verdes e brancos. "Desde o primeiro dia sentia essa ligação. E sinto-me mais um leão. Será assim para sempre. Desde o primeiro dia que sabia que cheguei a um clube com pressão, é um clube grande. Estive tranquilo e tinha de dar tudo por este clube. Essa determinação e garra que tive sempre aqui teve reflexo no relvado. Acho que é mais do que notório. O que me surpreendeu mais foi com o apoio que sempre me deram e sempre tive aqui. Tenho de estar muito agradecido aos adeptos. Fiquei surpreendido com os adeptos e a família que tive aqui", deixou claro.
Além disso, Porro recordou a mais recente final perdida diante do FC Porto, na Allianz Cup. "Tivemos uma final em que fomos muito superiores. Houve uma parte do jogo em que fomos muito superiores. Mas o futebol é assim, nem sempre é justo. Jogamos sempre para ganhar e se temos essa pressão de ganhar, é porque temos feito as coisas bem. não ganhar é um fim do mundo. Mas gostamos dessa pressão. Fico orgulhoso porque deixei o Sporting com essa obrigação de ganhar sempre", frisou.
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