RECORD – O que o levou a aceitar o convite da lista de Dias Ferreira?
FRANK RIJKAARD – Fui sondado por vários clubes desde que saí do Galatasaray, em novembro. A minha intenção era descansar até ao final da época. Mas o convite do Sporting era para a próxima temporada. E, como já conhecia o clube, entusiasmei-me com a hipótese. Depois de falar com o Futre e com o Dani Alves [jogador do Barcelona], decidi comprometer-me com o projeto.
R – Esse compromisso é com um candidato, não um presidente. Vê risco nesta situação para a sua carreira?
FR – O Sporting foi o primeiro clube a quem disse sim. Disse que gostaria de falar, porque é o Sporting e eu tenho a minha história com o Sporting. Como disse, é uma hipótese que me entusiasma. O mais importante, nesta altura, é estar em sintonia com o diretor-desportivo, Paulo Futre, e a direção candidata no que diz respeito à forma de jogar e de construir a equipa. Isso contribuiu muito para que tivesse dito sim. Gosto das ideias de Paulo Futre para o futebol. Queremos respeitar a formação e construir uma equipa nova. Veremos o que acontece.
Leia a entrevista na íntegra na edição impressa de Record desta quarta-feira