Recuperados de lesão, Daniel Bragança e Porro já treinaram às ordens de Rúben Amorim durante a preparação para o encontro deste sábado com o Benfica, na final da Allianz Cup, mas o treinador do Sporting mostra-se cauteloso em relação ao ala direito. Num lançamento ao encontro disputado em Leiria, em declarações à Sporting TV, Amorim analisou os regressos, a estratégia para o duelo e garantiu que Porro deve começar no banco.
"Estão todos convocados. Mesmo Rodrigo Ribeiro, Marsà… todos os que participaram na Taça da Liga vêm connosco. O Dani [Bragança] está apto e o Porro também, sabendo que Porro teve uma paragem prolongada e não deve começar de início", começou por explicar o técnico dos leões, elogiando a equipa após uma série negativa de resultados, com duas derrotas em três jornadas no campeonato: "Para mim é muito importante ganhar este título. Queremos conquistar sempre mais, mas acima de tudo não perder a identidade. Amanhã é a disputa de um título, mas depois temos muito para fazer. Sou muito exigente. Tenho o contacto com os meus jogadores, tento direcionar o foco. Mas, como vínhamos de muitos jogos a ganhar, é normal que as derrotas criaram alguma instabilidade. Mais fora do que dentro. Contra o Santa Clara [na Allianz Cup] voltámos a mostrar os níveis de intensidade de sempre e, da mesma forma que disse que final do jogo houve algum nervosismo, também disse que estamos mais equipa."
Por sua vez, em declarações à SIC, Amorim lançou igualmente a partida deste sábado em Leiria, um jogo que prevê distinto do que sucede na vitória por 3-1 frente ao Benfica, no estádio da Luz, para a Liga Bwin. "Foi o primeiro que conquistámos enquanto equipa técnica e aqui no clube. Tem um sabor especial, mas o de amanhã se não vencermos não terá sabor nenhum. Queremos vencer com a mesma vontade desde a primeira final. Não há favoritismo, porque é uma final e do outro lado está o Benfica, o clube com mais Taças da Liga. Será 50/50 e tudo pode acontecer. Pouco interessa o momento das duas equipas. Falando de nós, não perdemos o clique. Perdemos dois jogos, sendo que a derrota com o Sp. Braga foi muita injusta. Não deixámos de ter a identidade ou intensidade. Não precisamos de um clique, mas de uma vitória", confessou.
A final entre Sporting e Benfica na 'final four' desta Allianz Cup marca o reencontro entre os eternos rivais nesta fase da prova, algo que não sucedia há 13 anos... no polémico jogo da mão de Pedro Silva. Nessa altura, Rúben Amorim alinhava no lado oposto, pelas águias, e recordou essa final que venceu com polémica à mistura.
"Lembro-me do caso Pedro Silva. Foi uma espécie de passe do Pedro silva considerado mão. Não foi mão, penso eu. Há que dar valor ao VAR, veio ajudar o jogo. Esse jogo foi muito difícil, tive sorte nesse dia e espero ter sorte novamente. Para mim foi sempre penálti porque estava do lado da outra equipa. Vemos mais para o nosso lado. Onde estava parecia mesmo mão", assumiu.
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