Rui Borges é um homem feliz por poder contar, esta época, com Luis Suárez e Ioannidis no seu plantel... como o era na temporada transata quando tinha Gyökeres às suas ordens. No entanto, o técnico identifica as diferenças no seu leão com e sem o internacional sueco, transferido para o Arsenal no último defeso. Hoje, assume, existem "muitos mais jogadores" com "preponderância" no seio do grupo.
Com a saída de Gyökeres, as entradas de Suárez e Ioannidis permitiram implementar ideias diferentes?
“Sim. O Viktor é um monstro, no sentido da sua posição. Não vamos fugir a isso e tenho todo o gosto em dizê-lo: ele marcou uma época de Sporting e do campeonato português, pela particularidade de decidir um jogo a qualquer momento. Não é que o Luis [Suárez ] e o Ioannidis não o consigam fazer, mas o Viktor é muito específico e tinha muita força na equipa. As características do Fotis [Ioannidis] e do Suárez estão mais dentro daquilo que nós perspetivávamos para a nova época, para as dinâmicas da equipa. Se fosse com o Viktor também teríamos isso, até porque ele era um jogador com uma personalidade e um caráter muito bons. Mas esta época, mais do que dar preponderância a um jogador apenas, damos a muitos mais. O Pote, o Trincão, o Maxi, o Suárez estão a fazer uma grande época, o Fotis está a aparecer, o Hjulmand, que é o nosso capitão… Há mais jogadores a valorizarem-se individualmente pelo coletivo, e isso deixa-me feliz”
Melhor ataque da Liga de longe, com 46 golos. Como é que se atingem estes números?
“Com a fome que eles mostram todos os dias, em quererem ser melhores, com a ambição do grupo. Eles sabem que para voltarmos a ganhar será ainda mais difícil do que nas últimas duas épocas, então estão sempre à procura de ser melhores. É uma equipa que não se cansa de ganhar e que respeita os adversários. Eles têm uma ambição enorme de continuar a ganhar, o que traduz muito aquilo que é a nossa comunicação aquilo e a nossa liderança.”
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