Destaque do Sporting: Carrillo (nota5)
12 jogos 4 golos
Jogo praticamente perfeito de La Culebra: entrou os 31’ para o lugar do lesionado Nani, criando de imediato inúmeras dificuldades à defesa do Boavista. Marcou o primeiro golo do jogo aos 54’, assistiu Mané para o segundo (56’) e repetiu a façanha, desta feita dando o golo de bandeja a João Mário (81’). Até num relvado sintético Carrillo é supervenenoso.
Rui Patrício (3)
12 jogos 11 golos sofridos
O capitão foi mais um espectador do que propriamente um guarda-redes. Foi colocado à prova em apenas duas ocasiões (64’ e 70’) e mostrou sempre grande segurança e atenção.
Miguel Lopes (3)
1 jogo 0 golos
Estreia a titular muito positiva. Sempre ligado ao ataque – o cruzamento para Slimani atirar ao poste (37’) ficou na retina –, mas sem nunca descurar a defesa. Aliás, mesmo quando as pernas já não obedeciam, mostrou uma atitude contagiante. Um enorme reforço para Marco Silva.
Paulo Oliveira (3)
7 jogos 1 golo
Exibição marcada pela forma autoritária como liderou a defesa. Tentou resolver as coisas com simplicidade e, quando foi preciso, não teve problemas em “jogar feio”. Imperial no jogo aéreo, corrigiu muitas vezes o mau posicionamento de Maurício.
Maurício (2)
10 jogos 0 golos
A um defesa que representa o Sporting pede-se bem mais do que bater a bola para a frente. Muitos passes falhados, principalmente nas alturas (demasiadas) em que se aventurava em movimentos de transição. Maurício nunca poderá ser o elemento que inicia a primeira fase de construção de jogo. E Marco Silva sabe-o...
Jonathan Silva (3)
5 jogos 1 golo
A partir do momento em que se enquadrou nas necessidades do jogo, conseguiu criar dificuldades à defesa axadrezada. Estava a ser consistente, mas a exibição fica manchada pela péssima abordagem no lance em que marcou um autogolo (87’).
William Carvalho (4)
11 jogos 0 golos
Depois de uma 1.º parte medíocre, subiu muito de rendimento na etapa complementar e com ele também o Sporting cresceu. Além do grande passe para Carrillo marcar, destaque para a intensidade que transmitiu à equipa e à forma como equilibrou as operações a meio-campo.
Adrien (3)
12 jogos 1 golo
O 4x4x2 limita-lhe os movimentos ofensivos, mas, num jogo de combate, Adrien não virou a cara à luta. É certo que esteve menos em jogo que o habitual, mas também é verdade que as transições leoninas tinham passagem obrigatória pelos seus pés.
Carlos Mané (3)
8 jogos 2 golos
Irrequieto, foi uma dor de cabeça constante para a defesa do Boavista. Em algumas situações do jogo faltou-lhe clarividência para tomar as melhores decisões. No entanto, em termos gerais, voltou a exibir-se a um nível bastante elevado.
Nani (2)
11 jogos 2 golos
Acabou por sair muito cedo devido a uma potencial lesão muscular na coxa direita. Para a história fica um passe perfeito a desmarcar Montero, mas Mamadou Ba evitou o golo.
Montero (4)
11 jogos 4 golos
Desempenhou na perfeição o papel de “vagabundo”. Ora nas costas de Slimani, ora entre a defesa e o meio-campo do Boavista, Montero encontrou espaços para explanar o futebol leonino. Tecnicamente, o colombiano destruiu a defesa axadrezada.
Slimani (3)
9 jogos 6 golos
Foi talvez o jogador que mostrou maiores dificuldades na adaptação ao sintético. Emparedado entre os centrais boavisteiros, fica para a história a bola ao poste. Numa exibição “normal”... teria sido golo.
João Mário (3)
8 jogos 2 golos
Entrou muito bem em campo, ameaçou aos 75’ (remate por cima), mas viria a festejar aos 81’.
André Martins (2)
6 jogos 0 golos
Mudança com Londres na mira. Rendeu Adrien e refrescou o miolo.