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Após o Sp. Braga-V. Guimarães (3-2), Luís Pinto elogiou “a pressão alta que obrigou o Sp. Braga a bater longo”, mas reconheceu que “o Vitória também sofreu com isso no segundo e terceiro golos”.
Exibição do V. Guimarães
“Nas nossas movimentações defensivas acertámos nos timings de início de pressão e obrigámos a bater longo. Contudo, também sofremos com isso no segundo e terceiro golos, porque há um pontapé de baliza a nosso favor, depois um atraso do guarda-redes e iniciámos a pressão e no terceiro golo não havia necessidade. Os três homens da frente do Sp. Braga, além da qualidade, fizeram a diferença e nas vezes que nos deixaram desmontar acertaram sempre na baliza. E isso acabou por fazer um bocadinho a diferença.”
O que faltou à equipa após sofrer o terceiro golo?
“Sentíamos que estávamos por cima, fomos buscar duas desvantagens, deixámos o jogo aberto e esse terceiro golo foi um golpe duro. A nossa reação demorou um bocadinho mais, do ponto de vista anímico não estávamos preparados que o golo seguinte fosse do Braga e demorámos mas a reagir, mas ainda a tempo de ter duas oportunidades para marcar. O Braga também fez com que o jogo demorasse mais tempo a andar, geriram jogo, capitalizaram os tempos mortos e tornou-se mais difícil para nós.
Três derrotas nos últimos 3 jogos fora de casa
“Temos marcado golos, seis nos últimos 3 jogos fora, mas o que é certo é que retirámos zero pontos. Hoje a história do jogo é um pouco diferente das duas últimas deslocações. Analisei os últimos jogos e não me lembrava de ver esta estádio tão preenchido e os nossos adeptos foram aqueles que se fizeram a ouvir. O resultado é o mesmo, mas a coragem com que jogámos aqui hoje se a transportamos para as próximas deslocações teremos outros resultados. O que fizemos hoje é motivo de orgulho para todos os vitorianos.”
V. Guimarães podia estar um pouco mais acima?
“Não me posso esquecer das coisas que foram ditas no início da época, que era um V. Guimarães enfraquecido, o menos forte dos últimos anos, fizeram-se ‘n’ de notícias e hoje competimos da forma como todos viram, neste estádio difícil e contra uma equipa muito boa. A nossa forma de estar nos jogos é que se sinta evolução na equipa, e não interessa com quem jogamos. Se houver evolução, ainda vamos a tempo de atingir o que pretendemos.”
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