A crónica do Estoril-Paços de Ferreira, 1-3: Demasiado macios para tanto Paços
Dez pontos continuam a separar as duas equipas, mas quem não olhasse à classificação julgaria as posições na tabela das duas equipa invertidas.
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Dez pontos continuam a separar as duas equipas, mas quem não olhasse à classificação julgaria as posições na tabela das duas equipa invertidas. Porque foi um Paços de Ferreira personalizado e acutilante aquele que se apresentou na Amoreira, perante um Estoril amorfo e permissivo. A toada de equilíbrio registada no início cedo se desfez. É certo que a equipa de Nélson Veríssimo estava desfalcada de Mexer e Lucas Áfrico e teve de socorrer-se de Pedro Álvaro e Vital, ambos com 22 anos, mas seria injusto apontar aos jovens centrais responsabilidades na forma complacente como toda a equipa abordou o jogo e permitiu ao Paços mandar, marcar e ganhar por 3-1, sem espaço a contestação - essa ficaria para o técnico dos canarinhos.