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Dez pessoas foram detidas este domingo durante a final da Taça de Portugal Generali Tranquilidade, entre Sporting e o vencedor Torreense, nas imediações do Estádio Nacional, em Oeiras, anunciou hoje a Polícia de Segurança Pública (PSP), em comunicado.
Segundo a nota divulgada pela PSP, sete das 10 pessoas foram detidas "por resistência e coação sobre funcionário [polícia], enquanto os outros três se deveu a "especulação, injúrias a polícia da PSP" e arremesso de "objetos contra polícias".
De resto, 26 cidadãos "foram intercetados, identificados e conduzidos à esquadra por posse ou deflagração de artigos de pirotecnia", com outros cinco a ficarem "afastados do recinto desportivo por se encontrarem sob a influência do álcool ou por não possuírem bilhete válido".
Ainda assim, a PSP salientou que, "graças à adoção generalizada de comportamentos responsáveis e um espírito de fair play, o evento desportivo decorreu num ambiente de tranquilidade e sã convivência", permitindo "que a festa do futebol fosse vivida em segurança e sem registo de perturbações relevantes da ordem pública".
No domingo, o Torreense tornou-se na primeira equipa abaixo do escalão principal a conquistar a prova rainha em Portugal, ao vencer o Sporting, então detentor do troféu, por 2-1, após prolongamento, na final disputada no Estádio Nacional, em Oeiras.
Um penálti convertida por Stopira, aos 113 minutos, numa falta que originou a expulsão de Maxi Araújo, garantiu o triunfo histórico da formação orientada por Luís Tralhão, depois do empate 1-1 no tempo regulamentar, ditada pelos tentos de Kevin Zohi, aos quatro minutos, para os azuis grená e Luis Suárez, aos 54' para os leões.
A formação de Torres Vedras, que está envolvida na luta pela subida à 2.ª Liga, marcou presença pela segunda vez na final da Taça de Portugal, depois de ter sido derrotada pelo FC Porto, por 2-0, na época de 1955/56.