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Por sua vez, o Benfica apenas joga amanhã, perante o Kairat, ‘crónico’ campeão do Cazaquistão, numa reedição do encontro que deu aos encarnados o bilhete para a final four da última edição da Champions. Na altura, o conjunto da Luz, ainda sob o comando de Pulpis, levou a melhor por 2-1. Agora com Mário Silva no comando, as águias querem impor-se da melhor forma antes do início oficial da época.
"Encaramos o torneio como mais um momento de preparação, de análise e avaliação dos aspetos técnicos e táticos, individuais e coletivos, sabendo que do ponto de vista físico ainda não estaremos com a disponibilidade que queremos. Independentemente de todos os constrangimentos, queremos impor o que de melhor temos e nos caracteriza", frisa a Record o treinador, que na última época conquistou Taça da Liga e Taça de Portugal, mas acabou por perder o campeonato para o rival Sporting.
Mas 2022/23 já lá vai e o técnico de 42 anos promete melhorias: "O que estamos a construir, com tempo e muito trabalho, é uma equipa de identidade própria, bem definida, que traduza em qualidade, vontade, prazer e alegria tudo ao que se propôs e seja capaz de contagiar."
Por fim, também se mostrou rendido à prova. "Estamos perante um torneio que consegue juntar as quatro equipas da final four da Champions e agregar um Summit. É aprender e respirar o que de melhor esta modalidade tem para oferecer", realçou.
Por Record