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Cassiano Klein vê pressão como privilégio: «Não é todos os dias que temos oportunidade de jogar uma final»

Cassiano Klein e Tiago Rasquete cumprimentam-se
• Foto: Hugo Monteiro

O técnico Cassiano Klein não contornou o favoritismo inerente ao Benfica para a final da Taça da Liga a disputar hoje frente ao Eléctrico, mas também foi perentório a atirar que “a pressão é um privilégio” para justificar a envolvência que este jogo está a proporcionar no universo encarnado.

“No desporto a palavra favorito pertence a quem dá a alma porque ninguém entra para perder e os resultados desta prova transmitem bem o equilíbrio. Só um jogo é que fugiu dos penáltis e creio que esta final também será muito dividida, pelo que será preciso lutar muito”, comentou o treinador encarnado, garantindo que “o Benfica chega à final num bom momento físico e mental”. “Não é todos os dias que temos a oportunidade de disputar uma final. É uma motivação e um momento mágico que queremos usufruir e corresponder sabendo perfeitamente qual é o sentimento de cobrança e a expectativa que envolve a equipa.”

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Receita de intensidade

O capitão André Coelho também reconhece a “responsabilidade que acompanha sempre o Benfica” e defendeu “uma postura de elite” para superar o Eléctrico. “Estamos mais habituados a estes momentos, mas isso é na teoria. O nosso adversário também quer vencer e teremos de apresentar a intensidade que nos caracteriza para que seja um grande dia para o Benfica”, disse o fixo encarnado.

Tiago Rasquete coloca Eléctrico atrás do sonho

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O treinador Jorge Monteiro não trocou a antevisão da 3ª final da carreira pelo aniversário do neto, pelo que a missão de dar corpo às aspirações do Eléctrico ficou a cargo de Tiago Rasquete e o adjunto da formação de Ponte de Sor foi ágil a manifestar não só o “sentimento de orgulho”, como a projectar “o sonho de fazer história para o Alentejo”. “Somos a primeira equipa alentejana numa final de futsal. Antes só o Campomaiorense, há 27 anos, chegou a uma meia-final da Taça de Portugal. Ponte de Sor está em êxtase e queremos competir com toda a ambição”, referiu Tiago Rasquete.

Ideia de afirmação que Diogo Basílio, guardião que teve um peso crucial nos desempates por penáltis que selaram o passaporte do Eléctrico, espera consumar. “Sabemos bem quais são as dificuldades de defrontar uma das melhores equipas do mundo, mas o sonho é levar a taça para Ponte de Sor”, afirmou o guarda-redes.

Por Pedro Malacó
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