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A Associação Nacional de Empresas de Produtos Explosivos (ANEPE) condenou esta sexta-feira os incidentes e o uso de artefactos pirotécnicos na rixa entre ultras de Benfica e Sporting, antes do dérbi de futsal. Em comunicado, aquela organização demarca-se da venda destes engenhos, explicando como chegam aos adeptos, denunciando importação ilegal dos mesmos.
"Importa ainda sublinhar que a quase totalidade dos artefactos utilizados em contextos de violência associada ao desporto não corresponde a pirotecnia adquirida nos canais legais em Portugal. Trata-se de produtos importados à margem da lei, sem certificação, sem controlo e sem quaisquer garantias de segurança", pode ler-se no comunicado.
A ANEPE sublinha ser "essencial distinguir entre o uso irresponsável de um artefacto e o setor que o fabrica e comercializa dentro da legalidade", acrescentando: "Não se pode confundir a atividade regulada das empresas do setor com comportamentos individuais ilegais."
Neste sentido, "a pirotecnia legal, produzida e comercializada em Portugal por empresas devidamente licenciadas, cumpre rigorosos padrões de fabrico, certificação e controlo". No comunicado, é clarificado que "a sua comercialização e manuseamento obedecem a procedimentos estritos definidos por lei, incluindo regras específicas de armazenamento, transporte e venda".
Condenando os comportamentos como os que se verificaram nas imediações de Alvalade, antes do dérbio, a ANEPE apelou ao "uso responsável e consciente da pirotecnia". "A defesa da segurança pública passa pelo combate firme ao comércio ilegal e pela responsabilização de quem utiliza artefactos de forma indevida, não pela estigmatização de um setor que cumpre a lei, investe em segurança e colabora ativamente com as autoridades", conclui a associação.
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