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"Se não estivéssemos preparadas para estar aqui, mais valia, em fevereiro, termos cedido o lugar aos Camarões". É desta forma clara que Ana Borges, uma das capitãs da Seleção Nacional feminina, encara o imenso desafio desta terça-feira, em Auckland, frente aos Estados Unidos, no último jogo da fase de grupos do Mundial.
"É nestes espaços que queremos estar e que queremos jogar, se não nos sentíssemos preparadas, mais valia não estarmos aqui", acrescenta a internacional portuguesa.
Ana Borges é uma das únicas quatro 'navegadoras' que cumpriram a totalidade dos jogos, frente à Holanda e ao Vietname, e, sobre os Estados Unidos, é direta ao lembrar que "não é preciso falar com ninguém para saber a qualidade individual e coletiva" da equipa bicampeã do Mundo.
Com 33 anos e 161 internacionalizações, a jogadora do Sporting admite que a equipa sabe bem o que vai ter pela frente, frisando esperar um encontro diferente do último EUA-Portugal (em Houston, há dois anos, derrota portuguesa por 1-0). "A nossa equipa cresceu muito, os Estados Unidos também têm muitas jogadoras novas".
A concluir, Ana Borges deixou uma garantia: "Queremos continuar nesta competição e elevar bem alto o nome de Portugal."