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Apenas 12 horas após o final do jogo com o Vietname, e com uma viagem de mais de 100 quilómetros pelo meio, a Seleção voltou a Auckland para a primeira sessão de preparação do jogo decisivo com os Estados Unidos, na próxima terça-feira. Ana Seiça era o rosto da felicidade mal dormida, reconhecendo "o momento histórico para nós e para os portugueses" e, pessoalmente, que era "muito bom ter a confiança do treinador para começar a titular".
Mas a página virou-se rapidamente para o jogo decisivo. E, nesse aspeto, o primeiro objetivo está atingido, porque, como sublinha a central do Benfica, "tal como foi sempre falado, queríamos chegar ao último jogo a depender só de nós". A qualidade individual das adversárias é respeitada, mas com sublinhado para o coletivo. Seiça reconhece que, como Alex Morgan, "há nomes que se calhar pesam". "Entramos da mesma forma, sem olhar a nomes nem a camisolas, muito focadas no nosso trabalho e no nosso jogo. Jogar contra uma potência é uma responsabilidade, mas também uma grande motivação", assegurou.