Baliza simpática até ao cair do pano

Baliza simpática até ao cair do pano
• Foto: Pedro Ferreira

Foi por pouco, é verdade, mas a sequência goleadora de Portugal nos confrontos com a Dinamarca – no que à Seleção principal se refere – continua de pé. Cristiano Ronaldo, a meias com Kjaer, sentenciou o jogo praticamente em cima do apito final e manteve a Seleção com um registo notável que à concretização diz respeito: nunca a formação lusitana ficou em branco perante este opositor nórdico.

Olhando para o histórico da Seleção Nacional não existe outro adversário – com um mínimo de 15 duelos entre as duas nações – a quem Portugal tenha logrado sempre fazer pelo menos um golo. Esta, pelos vistos, é uma tradição que se mantém, fazendo automaticamente com que neste balanço (que tem, agora, 10 sucessos portugueses, 2 empates e 3 vitórias dinamarquesas) não haja espaço para nenhum nulo.

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Por outro lado, a Seleção não ganhava em território dinamarquês desde 9 de outubro de 1977, há 37 anos, quando saiu de Copenhaga com um triunfo por 4-2, em embate respeitante à qualificação para o Campeonato do Mundo de 1978.

“Inimigos públicos” em dia não

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Mas, se a história se repetiu no essencial e os futebolistas portugueses continuam a ver a baliza dinamarquesa muito grande (e a fase final do Europeu’2016 a uma distância acessível), convém acrescentar que, desta vez, os principais goleadores das duas equipas no balanço dos 14 embates anteriores (Bendtner e Nani) ficaram em branco.

O “gigante” do Wolfsburgo, então, experimentou a sensação pela primeira vez, já que até ontem tinha marcado sempre contra Portugal (6 golos em 5 presenças). Contudo, esta temporada, pelo seu país ou ao serviço do emblema alemão, a verdade é que o antigo dianteiro do Arsenal ainda não concretizou golo algum. Felizmente, ontem não quebrou a malapata...

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