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Leva campanha 100% vitoriosa, com 28 golos marcados, zero sofridos, promoveu 10 jogadores e fez entrar 5 nos AA
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Tudo mudou com a chegada de Luís Freire ao comando dos sub-21. Assumiu o cargo a 16 de julho, teve a melhor estreia de sempre no escalão com a goleada (5-0) sobre o Azerbaijão a 5 de setembro de 2025, em Barcelos, e consumou na terça-feira passada, no Estoril, ao bater por 3-0 a Escócia, uma campanha a todos os títulos notável: 100% vitoriosa, com 28 golos marcados e zero sofridos em sete jogos, o que perfaz uma média de 4 golos por jogo.
A Seleção Nacional sub-21 é a única na fase de qualificação sem golos sofridos e, a par da Espanha e Noruega, o 1.º classificado com mais pontos de vantagem (5) sobre o vice-líder.
Ficou, neste último estágio, por diversos motivos, sem diversos jogadores, como Mateus Fernandes, Rodrigo Mora (chamados à Seleção principal), Geovanny Quenda, Gustavo Sá, André Gomes, Afonso Moreira, Chissumba, João Rêgo (lesionados), Martim Fernandes, Gonçalo Oliveira, Diogo Travassos, Gustavo Varela ou Fábio Baldé.
Foram promovidas as estreias de João Afonso, Daniel Banjaqui, Diogo Monteiro, Mateus Mané, Gonçalo Moreira, Miguel Nogueira, Diogo Sousa, Noah Saviolo, Rodrigo Ribeiro e Rodrigo Rêgo e verificaram-se os regressos de Leonardo Barroso e Carlos Forbs. Subiram à Seleção principal Carlos Forbs, Geovanny Quenda, Rodrigo Mora, Mateus Fernandes e João Carvalho.
No decorrer dos dez meses à frente dos sub-21, Luís Freire teve diversas interações na Premier League, Bundesliga e Ligue 1, com técnicos como Vincent Kompany, Unai Emery, Marco Silva e Paulo Fonseca, dos clubes Bayern Munique, Aston Villa, Olympique de Lyon e Fulham.
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