Guarda-redes do México alvo de insultos homofóbicos por parte dos próprios adeptos no jogo com Portugal

Seleção do México
• Foto: AP

O ficou marcado por um episódio polémico vindo das bancadas do Estádio Azteca. Por mais que uma vez, os adeptos da casa proferiram cânticos homofóbicos contra... o próprio guarda-redes José 'Tala' Rangel.

Este tipo de insultos são obviamente sancionados pela FIFA e ganham ainda maior relevo tendo em conta que Gianni Infantino, presidente da FIFA, ter estado a assistir ao encontro na tribuna do renovado Estádio Azteca.

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O protocolo contra a discriminação não foi implementado. Em vez disso, a organização tentou abafar os cânticos com música. O México, um dos anfitriões do Mundial, arrisca agora uma multa.

O site mexicano 'Récord' arrisca um teoria para estes cânticos. Seria simplesmente por quererem ver Guillermo Ochoa, mítico guardião de 40 anos e ex-AVS, a defender a baliza da seleção. O veterano guardião esteve presente nos Mundiais de 2010, 2014, 2018 e 2022.

José 'Tala' Rangel fez depois a análise ao encontro. “Fico tranquilo. Entendo a frustração das pessoas que queriam golos, sabemos que é um adversário complicado, competir de igual para igual com uma seleção como Portugal. É um bom resultado, fico tranquilo”, disse Rangel em declarações à TUDN.

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Por Record
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