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Nem se deu pela ausência de Pepe

Nem se deu pela ausência de Pepe
• Foto: REUTERS

A Seleção Nacional chegou ao decisivo embate com a Rússia privada do contributo de Pepe, que cumpria castigo, e Paulo Bento apostou em Neto para compor a dupla de centrais ao lado de Bruno Alves, eles que atuaram juntos na última época ao serviço do Zenit.

Se muitas eram as dúvidas em torno do defesa formado no Varzim, que antes do embate desta noite da Luz tinha apenas uma internacionalização ao serviço da Seleção principal, todas foram dissipadas após o apito final e o triunfo alcançado por 1-0 frente aos russos.

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Neto fez um jogo exemplar, sendo mesmo uma das melhores unidades portuguesas em campo. O defesa de 25 anos esteve sempre atento na defesa à sua baliza, imperial a cortar o perigo e rápido a anular as tentativas de ataque russo. Uma exibição de belo efeito que, certamente, fez esquecer a ausência de Pepe.

Sempre a subir

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Apesar de já ter 25 anos, Neto revelou-se no futebol português apenas em 2011/12, depois de deixar o Varzim para rumar ao Nacional da Madeira, naquela que foi a primeira experiência na Primeira Liga. Foi preciso apenas uma temporada para rumar ao estrangeiro. As boas exibições levaram-no a trocar a Madeira por Itália.

Assinou pelo Siena no início da presente temporada e foi uma dos destaques da primeira metade da Serie A. Despertou a cobiça dos principais clubes italianos mas acabou por ser o Zenit a conseguir o seu concurso em janeiro. Em apenas duas temporadas Neto passou de um perfeito desconhecido para se afirmar na Seleção portuguesa como um dos melhores defesas nacionais da atualidade.

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