Jogar basquetebol é muito difícil para quem não sabe, mas, mesmo assim, é bem engraçado. Aquela sensação de ver a bola ‘beijar’ a rede tem algo de especial e foi isso que Márcia Costa fez e a equipa de reportagem de Record... tentou fazer. É essa tal sensação que poderá experienciar já este sábado no Record Challenge Park. Só faltam quatro dias!
A jogadora do GDESSA e da Seleção recebeu-nos de braços abertos, mas demorou pouco até nos humilhar quando a desafiámos para o um contra um, mas já lá vamos. Começámos, então, pelas bases, ou seja, com os apoios e os lançamentos na passada. “A tabela está ali para alguma coisa. Por isso, driblamos, damos um e dois passos e, depois, já perto do cesto, apontamos à quina daquele quadrado. Se acertares ali nunca falhas. A tabela ajuda-te”, começou por dizer a base, de 31 anos, que foi escolhida pela Federação Portuguesa de Basquetebol como a jogadora da década 2010-20. Depois da explicação, tentámos a sorte e com sucesso.
Os elogios da craque foram muitos, mas duraram pouco, isto porque passámos aos lances livres. “Cada um tem o seu ritual, também para relaxarmos um pouco. Eu recebo a bola, bato com ela três vezes no chão, inspiro, vou abaixo, expiro, subo e aproveito o balanço para lançar. Depois, também importante, é acabar com os dedos a apontar para o cesto”, explicou, exemplificando ao marcar quatro em cinco. Seguiu-se, então, o nosso turno e o resultado não foi famoso. Não conseguimos marcar em... bem, não interessa dizer quantas tentativas foram.
Para terminar, falemos na tal humilhação. Demos a oportunidade a Márcia de nos ‘partir ao meio’ e não a desperdiçou: “Podes tapar o lado esquerdo, que eu vou para a direita.” E foi. Quando tentámos tirar-lhe a bola já ela estava a cair no cesto. Impossível. É levantar a cabeça e fazer melhor na próxima oportunidade.
Federação de olho nos craques do futuro
O ano de 2021 será histórico para o desporto português porque em junho Neemias Queta foi a 39.ª escolha do Draft da NBA, seguindo para os Sacramento Kings. A Federação quer aproveitar esse feito para dinamizar a modalidade. “Tal como se vê pessoas na rua com camisolas de futebol, gostávamos de ver com camisolas da NBA e do Queta”, começou por dizer Nuno Manaia, diretor técnico nacional, apontando ao regresso da normalidade: “Trabalhamos com as associações para que isso aconteça. Há que incentivar os jovens para experimentarem o basquetebol, é assim que nascem os craques do futuro. Estamos com força!”
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