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"Sentimos que isto vai durar para sempre!". Andriy Pyatov é um dos mais reconhecidos jogadores ucranianos da atualidade. Cumpriu toda a carreira no Shakhtar Donetsk e é opção regular da seleção mas também ele sofre com a guerra no país-natal.
"Trata-se de uma guerra terrível, isto é o verdadeiro fascismo. Nem sei como explicar em palavras. Um homem decidiu atacar um país livre e pacífico. Como todos os ucranianos, espero que termine o mais rapidamente possível", referiu ao portal 'UA Football'.
O guardião, de 37 anos, recordou o momento em que se deu conta que os ataques por parte da Rússia haviam começado.
"A 24 de fevereiro, acordei às 5 da manhã com o som de um caça. A minha esposa acordou minutos após o som da explosão. Ela não acreditou e ficou chocada. Eu fui logo ao telefone, li a notícia e vi que a guerra havia começado. Houve outra explosão e percebemos que tínhamos de agir: reunimos as crianças, descemos até o estacionamento para ir até algum lugar onde nos pudessemos abrigar", revelou Pyatov, garantindo que "o pior é que estão a morrer crianças". "É importante que mostremos ao mundo inteiro que isto é realmente um genocídio", vincou.
Por Flávio Miguel SilvaAcompanhe todas as incidências do encontro da Bundesliga
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