Ashley Cole ameaça abandonar Arsenal

Ashley Cole ameaça abandonar Arsenal
• Foto: Associated Press

O lateral Ashley Cole admitiu ontem que as repercussões do caso “Colegate” – relativo a um encontro secreto entre o jogador e o Chelsea – o deixam numa situação pouco confortável no Arsenal.

Em entrevista ao “News of the World”, Cole explica que a sua relação com o clube está irremiavelmente danificada e que a saída lhe parece a única solução. “Tenho a nítida sensação que eles querem que eu saia e que está tudo acabado. Não é uma questão de dinheiro, mais sim uma questão de decência e de princípios. Nunca pedi aumento, apesar de saber que muitos colegas ganhavam bem mais que eu. Agora, mesmo que me oferecessem um bom contrato não aceitaria”, argumenta o internacional inglês.

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Coração partido

Ashley Cole culpa o dirigente David Dein por o ter arrastado para um processo de investigação público. “Dein está a forçar a minha saída de um clube que amo. Tratou-me como uma criança. Sinto-me traído, confuso e decepcionado. Não é exagero dizer que me partiram o coração. Não querem que volte a vestir a minha adorada camisola do Arsenal”, confessa Cole, que, ainda assim, assegura que não irá jogar por qualquer outro emblema inglês: “Não assinaria por outro clube da ‘Premier League’ pois não me imagino a defrontar o Arsenal. Se necessário, deixarei o meu contrato terminar e sairei a custo zero, daqui a dois anos”.

Segundo a imprensa inglesa, tanto Barcelona como Real Madrid já mostraram interesse no lateral.

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Ljungberg faz ultimato por mais reforços

O sueco Freddie Ljungberg garante que só prolonga o contrato com o Arsenal se o clube londrino investir mais na equipa. “Não assino contrato se as ambições do clube não corresponderem às minhas”, declarou ontem o extremo de 28 anos, que critica a política de aquisições de Arsène Wenger: “Não estou a ver como podemos vencer a Liga dos Campeões se continuamos a reforçar-nos com jogadores de 18 ou 19 anos”. Ljungberg fez questão de salientar que este ultimato não se deve a “questões de dinheiro, mas sim de ambição”.

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