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A Federação de Futebol da Austrália (FFA) anunciou esta sexta-feira ter assinado com a Associação de Jogadores Profissionais (PFA) um acordo salarial, que coloca fim a vários meses de polémica.
Adam Vivian, chefe-executivo da PFA, classificou o acordo como "um marco" que vai permitir que "o futebol australiano avance no profissionalismo, protegendo as carreiras dos futebolistas de alta competição".
O acordo é válido para futebolistas das competições de clubes e das seleções masculina e feminina e põe fim a uma polémica que levou a seleção feminina a cancelar, em meados de setembro, uma digressão pelos Estados Unidos, devido às recentes disputas salariais.
O novo acordo prevê que as futebolistas da seleção principal, as "Matildas", recebam anualmente 41.000 dólares (cerca de 26.910 euros).
No que se refere a A-League, o campeonato australiano, o acordo aumenta o salário mínimo de 51.000 para 55.000 dólares australianos (cerca de 36.186 euros) e estabelece um teto salarial anual máximo de 2,6 milhões de dólares australianos (cerca de 1,17 milhões de euros).
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