Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Salário mínimo na A-League aumentado para 36.186 euros...
A Federação de Futebol da Austrália (FFA) anunciou esta sexta-feira ter assinado com a Associação de Jogadores Profissionais (PFA) um acordo salarial, que coloca fim a vários meses de polémica.
Adam Vivian, chefe-executivo da PFA, classificou o acordo como "um marco" que vai permitir que "o futebol australiano avance no profissionalismo, protegendo as carreiras dos futebolistas de alta competição".
O acordo é válido para futebolistas das competições de clubes e das seleções masculina e feminina e põe fim a uma polémica que levou a seleção feminina a cancelar, em meados de setembro, uma digressão pelos Estados Unidos, devido às recentes disputas salariais.
O novo acordo prevê que as futebolistas da seleção principal, as "Matildas", recebam anualmente 41.000 dólares (cerca de 26.910 euros).
No que se refere a A-League, o campeonato australiano, o acordo aumenta o salário mínimo de 51.000 para 55.000 dólares australianos (cerca de 36.186 euros) e estabelece um teto salarial anual máximo de 2,6 milhões de dólares australianos (cerca de 1,17 milhões de euros).
Adeptos pedem também a demissão de Gabriele Gravina, líder federativo
Central do Burnley tem uma vida recheada de histórias e grandes momentos
Presidente do Nápoles enuncia algumas medidas para resolver a crise da squadra azzurra
Nervos estiveram à flor da pele durante a cobrança dos penáltis, que viria a determinar o vencedor da partida
Adeptos locais assobiaram também o hino egípcio
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Noutro duelo de preparação, a Argentina goleou a Zâmbia com Otamendi a marcar