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Já se passaram quase seis anos desde a morte do mítico Diego Maradona, mas as circunstâncias em que esta aconteceu ainda continuam a ser alvo de muito debate - sem falar do processo que ainda está a decorrer em tribunal. Gabriel Batistuta, colega de 'El Pibe' durante vários anos na seleção argentina, lamentou a forma triste e prematura como este acabou por morrer, numa conversa com Rio Ferdinand.
"É uma vergonha, porque foi uma grande pessoa e morreu completamente só. Ninguém esteve com ele. Morreu como um cão", conta, no podcast 'Rio Ferdinand Presents', acrescentando que sente que podia ter feito mais pelo amigo: "Não fizemos muito para o proteger. É algo de que não gosto de me lembrar e culpo-me porque podia tê-lo ajudado. Se gostas de alguém, tens de o ajudar quando ele precisa, mesmo quando é alguém difícil de tratar".
O antigo ponta-de-lança, que se destacou principalmente nos nove anos em que vestiu a camisola da Fiorentina, reforça que Maradona era um grande ser humano, apesar dos seus problemas: "Para mim, foi uma grande pessoa. É algo que não consigo explicar. Sempre lhe disse a verdade, mesmo ele sendo 10 anos mais velho do que eu. Talvez por isso me respeitava."
Recorde-se que Diego Armando Maradona faleceu a 25 de novembro de 2020, vítima de um ataque cardíaco.
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