Benni McCarthy foi adjunto de Erik ten Hag em Old Trafford e sabe que o Manchester United é um dos clubes mais difíceis para se trabalhar. O antigo avançado sul africano, que vestiu a camisola do FC Porto entre 2003 e 2006, acredita, no entanto, que Ruben Amorim está a agir da melhor forma ao fazer 'ouvidos de mercador' às críticas.
"Penso que o maior desafio que qualquer treinador enfrenta é a magnitude do clube. O Manchester United é gigantesco. Acho que qualquer notícia, por mais irrelevante que seja, é uma grande notícia quando se trata do United. O trabalho de treinador traz uma pressão dos diabos quando se é o líder do United", explicou McCarthy a um site de apostas.
"O Manchester United é enorme, todos querem ter algo a dizer sobre o clube porque sabem que isso vai gerar muitas notícias. Vai ser manchete, por causa da magnitude do United. Nós sentíamos isso. O que fazíamos em resposta era tentar controlar tudo o que estava ao nosso alcance e aceitar que as pessoas iriam falar. Tentávamos trabalhar, tornar tudo o mais positivo e agradável possível para todos os que faziam parte do clube naquele momento. Não nos preocupávamos muito com o ruído exterior", acrescentou o antigo futebolista.
No entanto, McCarthy reconheceu que não é possível bloquear tudo o que é dito. "Mas sim, afeta as pessoas. Quando há tantas vozes externas e se está a tentar construir algo, a trabalhar para alcançar algo, isso acaba por ter impacto. Mesmo agora, toda a gente tem alguma coisa a dizer sobre o Ruben Amorim."
Mas Benni McCarthy gosta da atitude do treinador português. "Fico feliz por ele ser rijo e simplesmente ignorar tudo. Trabalha da forma que quer. Foi por isso que foi contratado, pelo que é capaz de fazer. E o clube está a apoiá-lo. Que falem todos os outros de fora, ele continua a fazer o seu trabalho e, aos poucos, começa a colher os frutos disso."
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