A Conmebol emitiu esta terça-feira, dia em que se reuniu no Paraguai com os dirigentes do River Plate e do Boca Juniors, um comunicado referindo que a 2.ª mão da final da Taça Libertadores vai jogar-se a 8 ou 9 de dezembro, fora da Argentina.
"O jogo da segunda mão da final da Libertadores 2018 acontecerá entre 8 e 9 de dezembro, em horas e local a definir pela Conmebol, com a maior brevidade", referiu em comunicado o organismo sul-americano.
Na mesma nota, é indicado que as autoridades argentinas investigam os incidentes de sábado, em que o autocarro do Boca Juniors foi atacado por atacado por adeptos do River Plate, e que o jogo não se deverá realizar na Argentina.
"É prudente que o jogo final não se realize no país", indica a Conmebol.
Assim, o organismo explica que será responsável pelas viagens, hospedagem e alimentação até 40 pessoas de cada delegação, e que coordenará com as autoridades as condições de segurança.
Também hoje, a Conmebol anunciou ter aberto um inquérito disciplinar contra o River Plate, na sequência dos incidentes antes da segunda mão da final da Taça dos Libertadores, em que adeptos atacaram o autocarro do Boca Juniors.
"A Conmebol informa que abriu um processo disciplinar contra o Club Atlético River Plate, face aos incidentes ocorridos em 24 de novembro de 2018, data em que estava previsto realizar-se a segunda mão da Libertadores 2018".
No sábado, na data inicial prevista para a segunda mão, o autocarro que transportava a comitiva do Boca Juniors foi atacado à chegada ao estádio Monumental, do River Plate, resultando em ferimentos em alguns jogadores.
Os adeptos lançaram pedras e gás pimenta, e os futebolistas Pablo Pérez e Gonzalo Lamardo tiveram que ser assistidos no hospital.
O Boca Juniors, que empatou na primeira mão, na La Bombonera, a 2-2, pretende que o River seja punido pelo ataque e que se aplique o artigo 18 do regulamento disciplinar, que prevê várias penalizações, entre as quais a desqualificação.
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