A (má) fama pode começar assim, como no caso de Ángel di María, acusado de ser fraco e de ter medo de jogar nas partidas decisivas. A propósito da seleção argentina e do desaire frente à Alemanha na final do Mundial'2014 - no qual ficou no banco de suplentes -, o extremo do Paris Saint-Germain (PSG) revelou agora que esse "rótulo" o deixa deveras irritado.
"Rio-me para não chorar. Essas críticas magoam-me muito. Ouço muitas parvoíces, que não quero jogar finais, que me 'borro' todo, e isso deixa-me muito irritado, porque nós jogadores somos os primeiros a querer conquistar um título. Seria um feito incrível conquistar um título com a seleção", afirmou Di María, em entrevista à rádio argentina LT3.
"Temos que continuar da mesma maneira e quando esses momentos chegarem, temos de pedir a Deus para que as coisas saiam da melhor forma possível", acrescentou Di María, sublinhando que o Mundial'2018 (Rússia) pode ser a última oportunidade para a geração de jogadores a que pertence, onde se contam ainda ainda Lionel Messi, Sergio Agüero ou Gonzalo Higuaín, conquistar um grande título:
"Sim, acho que é a nossa última grande oportunidade. Estivemos muito perto no Mundial'2014 e isso doeu-nos muito. Agora, vamos tratar de fazer o melhor possível, como sempre. Somos os primeiros a querer conquistar algo e dói chegar lá e não o conseguir."
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