Após a polémica que levou o governo moçambicano a expulsá-lo do país, Diamantino Miranda deixou Maputo ontem à noite, rumo a Lisboa, onde é esperado esta manhã. No aeroporto, tinha muitas dezenas de pessoas à sua espera para o adeus, não faltando momentos emotivos e lamentos face à decisão. E, antes de embarcar, o técnico português, que rescindiu com o Costa do Sol, reafirmou que foi mal interpretado.
“Quero voltar a pedir desculpas a todos os moçambicanos. Vou para a minha terra, mas levo-vos comigo no meu coração. Nutro um carinho muito especial por este país e consideração pelas suas pessoas. Fui duro nas palavras, confesso. Mas não esperava que tudo fosse terminar assim. Infelizmente, o jornalista não publicou toda a conversa para que se possa perceber de onde tudo partiu. E foi uma gravação sem o meu consentimento. Exaltei-me, é um facto, mas nunca visei o povo e o País”, adiantou, clamando justiça: “Espero, com toda a honestidade, que a verdade venha ao de cima e que as pessoas percebam realmente o que se passou, sobretudo as provocações de que fui alvo. Além disso, quero regressar um dia a este país e servir o desporto moçambicano como fiz.”
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