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O antigo internacional português, Luís Figo, avançou com uma candidatura à presidência da FIFA em 2015, mas acabou por se retirar da corrida na eleição que foi ganha pelo atual presidente do órgão máximo do futebol mundial, Gianni Infantino. Seis anos depois, Figo voltou a ser questionado sobre uma possível nova candidatura e o ex-jogador não descartou essa hipótese.
"Não sei, porque não faço planos a longo prazo. Surgiu a oportunidade nesse momento [2015] e achei que era o momento exato para colocar em causa toda a máfia que havia na organização. No final, o tempo acabou por me dar razão. Se num futuro próximo surgir outra oportunidade e achar que é o momento, porque não?", explicou Figo em entrevista à EFE.
O ex-Sporting, Barcelona, Real Madrid e Inter Milão falou ainda acerca da Superliga, a competição que fracassou em abril deste ano, e a possibilidade desta voltar a ser discutida no futuro. "Acho que não [vai voltar a ‘renascer’], mas se três equipas querem jogar uma Superliga, sejam bem-vindos. Continuo a pensar que é uma competição que não traz nada. Só traz exclusivamente para 10 ou 15 equipas, e que em termos de solidariedade com os outros campeonatos domésticos, femininos, competições jovens, destruiria muito do que foi feito nos últimos 75 anos. Continuo a pensar que temos a melhor competição de clubes, que é a Liga dos Campeões, e não vejo o porquê de uma competição elitista como a Superliga apenas para 15 equipas".
Não é apenas a Superliga que gera críticas por parte do internacional português. A proposta do Mundial a cada dois anos, que tem sido tema constante nas últimas semanas, é algo com que Figo também não concorda. "Parece-me uma loucura e de gente que não pensa no bem do futebol. Não tem sentido fazer um Mundial a cada dois anos. No calendário que temos, um Mundial a cada dois anos, um Europeu a cada dois anos, a fase de qualificações… para mim é ridículo uma competição jogada num tão curto espaço de tempo".
Figo foi ainda questionado sobre o momento de forma de João Félix em Madrid, que depois de uma lesão voltou aos jogos em grande destaque. "O João tem uma qualidade imensa. Logicamente depende dos interesses da equipa e o treinador decide, mas é muito mais fácil tirar todo o potencial do João se jogar na sua posição, se puder demonstrar realmente na sua posição toda a sua qualidade e reportório técnico", concluiu Figo.
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