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Regressado à Polónia na noite de sexta-feira, depois de ter sido detido no final do jogo com o AZ, Josué reagiu ontem nas redes sociais aos incidentes ocorridos na Holanda e que estão sob investigação da UEFA.
"Ainda não consigo perceber o que aconteceu em Alkmaar. Já joguei em muitos clubes e muitos países, mas nunca passei por tal tratamento da segurança e da polícia. As provocações e agressões são inimagináveis e inaceitáveis", afirmou o médio português e capitão do Legia Varsóvia, acrescentando: "Tenho de agradecer ao staff, ao presidente e às autoridades polacas que muito fizeram para esclarecer a situação e ajudar-nos. Agora estou feliz por estar junto da minha mulher e da minha filha, que também passaram por momentos difíceis."
Embaixador chamado
O governo polaco, por seu lado, convocou ontem o embaixador holandês em Varsóvia para discutir o tema e o Ministério dos Negócios Estrangeiros criticou, depois, a atuação das autoridades holandesas. "As ações do presidente da Câmara de Alkmaar e da polícia local podem ser interpretadas como caracterizadas por preconceitos nacionais", referiu o governo polaco, lembrando as "situações inaceitáveis em que espectadores, adeptos, dirigentes e jogadores do Legia foram sujeitos a agressões físicas e verbais".
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