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Joshua Kimmich, polivalente jogador da Alemanha, considera que o principal trunfo que esta pode apresentar no Mundial é… a coesão do grupo. “O facto de estarmos entre as melhores equipas do mundo [10.º lugar no ranking da FIFA] não é importante. O que importa é aquilo que se mostra em campo. Não há garantias de conquistar títulos mesmo com a melhor seleção do mundo. Lembro-me que em 2018 tínhamos uma das melhores seleções do mundo e todos sabemos onde é que isso nos levou [a Maanschaft foi eliminada na fase de grupos]. O importante não é ter a melhor seleção do mundo, mas sim a melhor equipa do mundo. Estamos a trabalhar nisso. Todos devem dar o seu melhor pela equipa. Se for esse o caso, não precisamos do melhor plantel para ganhar os jogos”, refere o germânico do Bayern, afastando a possibilidade de voltar a atuar no meio-campo, por ocasião dos particulares com a Suíça e o Gana, devido às ausências de Pavlovic e Nmecha: “Não! Estou convencido de que posso emprestar a minha qualidade e os meus pontos fortes como lateral direito.”
Tal como sucede no emblema da Baviera, Joshua Kimmich enverga a braçadeira na Mannschaft, o que representa uma responsabilidade acrescida. “É claro que, como capitão, tenho um papel diferente daquele que tive em 2022 ou em 2018. É verdade que os dois últimos Mundiais foram dececionantes para nós, mas isso em nada muda a nossa ambição para o de 2026. Provavelmente, não somos um dos grandes favoritos porque não correspondemos às expectativas no último torneio. Porém, quando o Mundial começar aquilo que aconteceu no passado já não terá importância. O que importa é apenas o próximo jogo. É importante começar com uma vitória. Mas ainda estamos em março, isso é irrelevante neste momento. No entanto, queremos fazer um torneio muito bom", explica o alemão de 31 anos.
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