Depois das buscas em casa e no consultório de Leopoldo Luque, o médio pessoal de Diego Maradona veio a público prestar esclarecimentos e diz estar tranquilo relativamente à investigação da morte de El Pibe.
"Eu era fã do Diego e amava-o, mas ele fazia o que queria. Há um processo legal e eu cumpro a lei. Não há nada a esconder, estou orgulhoso da forma como o tratei e fiz de tudo para que se sentisse bem", afirmou Leopoldo Luque, em declarações à imprensa argentina, citado pelo 'Olé'. "Ficaram com o histórico médico do Diego, com todos registos dos atendimentos que lhe fiz e das pessoas que envolvidas. Todo o histórico dos últimos 20 anos foi anexado", acrescentou.
"Sei o que fiz, como o fiz e é disso que posso falar. O que fiz com e pelo Diego até ao último momento, posso mostrá-lo. E fiz o melhor que podia fazer", sublinhou Leopoldo Luque, garantindo que "não houve erro médico de ninguém". "Foi um evento furtuito, um ataque cardíaco de um paciente que, com as caraterísticas dele, podia acontecer", justificou.
"Estou muito mal porque morreu um amigo. Estive no enterro, no velório, porque ele queria que fosse assim. Vi muita gente que nunca tinha visto. E não posso que acreditar que digam que não estive ao lado dele. Diego era uma pessoa difícil e expulsou-me várias vezes de casa dele. Depois chamava-me. Eu levava um clínico, um gastroenterologista, um oftalmologista... Até o acompanhava ao dentista, porque se eu não estivesse ao lado ele não arrancava nem um dente", conta Leopoldo Luque.
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