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As Ligas Europeias de futebol reafirmaram esta quinta-feira, na reunião da sua direção, que teve lugar em Varsóvia, que rejeitam as propostas da UEFA para a reforma das competições europeias de clubes.
Esta tomada de posição segue-se aos encontros da passada semana com representantes de 240 clubes, em Madrid, e à reunião entre a comissão executiva da UEFA e o Conselho de Diretores das Ligas Europeias, Nyon.
Para as Ligas Europeias, fica a "convicção forte" de que a reforma só ia beneficiar alguns clubes ricos e dominantes, prejudicando a grande maioria dos clubes que participam nas competições nacionais.
Alberto Colombo, secretário geral adjunto da organização, realçou a "total coesão e unidade" da rejeição e reiterou como princípio basilar a defesa do mérito desportivo e qualificação através dos campeonatos nacionais.
Por outro lado, fica descartada a ideia de mais jogos europeus que os atuais, bem como jogos ao fim de semana, e é defendida "mais solidariedade" na distribuição das receitas, para "proteger o equilíbio competitivo nacional e a sustentabilidade económica de todos os clubes".
A Associação das Ligas Europeias é um organismo fundado em 2005 que engloba 35 Ligas nacionais e associações de clube de 28 países, de toda a Europa. Portugal faz parta da organização desde o início, sendo um dos seus 14 membros fundadores.
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