Lucciano Moggi, antigo responsável da Juventus e um dos principais envolvidos no escândalo da corrupção que fez baixar a "Vecchia Signora" à Série B, foi ilibado, juntamente com outros três acusados, dos crimes de desvio de verbas relacionadas com transferências de jogadores.
Assim, Moggi foi declarado inocente, tal como os antigos dirigentes da Juventus Roberto Bettega e Antonio Giraudo, depois de uma decisão favorável por parte da justiça italiana que absolveu ainda o clube das acusações que lhe eram imputadas.
Luciano Moggi havia sido banido do futebol italiano durante cinco anos, num processo que ainda decorre em tribunal por conta de se ter envolvido numa rede de combinação de resultados, mas já tinha visto ser-lhe aplicada, num primeiro momento, uma pena suspensa por 18 meses, por força do seu envolvimento ilegal no mercado de transferências.
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