Ricardo Sá Pinto foi apresentado como reforço do Standard Liège, tendo assinado um contrato válido por uma época com os vermelhos. Apesar da mudança de “cor”, o jogador que se assumiu como referência no Sporting mantém a ligação ao emblema de Alvalade, como prova a escolha do número (76) a utilizar.
“Nenhum dos números disponíveis lhe agradava. Assim, abrimos uma excepção para ele. Uma excepção... para um jogador excepcional”, anunciou o director desportivo do Standard, e antigo guardião do Benfica, Michel Preud’homme.
A escolha do dorsal, claro está, não foi fruto do acaso. O avançado confessou ter optado pelo 76 como forma de prestar homenagem à claque Juve Leo – fundada em 1976 –, e ao Sporting, onde passou parte essencial da carreira e que “permanecerá o clube do meu coração.”
Desafio
Não se alongando em demasia, Sá Pinto assume que a aposta no Standard é um “desafio”, tendo sido determinante a “possibilidade de jogar na Liga dos Campeões [o clube vai disputar a 3.ª pré-eliminatória] e de actuar ao lado de Sérgio Conceição.”
Pedindo compreensão aos jornalistas, por forma a que estes não exijam demasiado nos primeiros jogos, Sá Pinto conclui referindo possuir “a força, e ambição para levar alto as cores do Standard”, apoiado no ”carácter guerreiro e espírito de vencedor”, mas ”sempre com honestidade”.
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