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A última vez que Angel Di María havia jogado na Taça Libertadores tinha sido a 12 de abril de 2006, antes de ser transferido para o Benfica. Compreende-se assim, o simbolismo nas bancadas que antecedeu o regresso do antigo jogador das águias à maior competição de clubes da América do Sul.
Agora, novamente ao serviço do seu Rosario Central, o campeão mundial pela Argentina voltou a competir na Libertadores, num empate a zero frente aos equatorianos do Independiente del Valle, que contou com muita emoção nas bancadas e no relvado.
"Criámos um monte de situações mas faltou-nos a definição. Ficámos com a sensação que podíamos ter ganho o jogo. Claro que havia muita ansiedade por regressar à Libertadores e voltar a jogá-la tantos anos depois. Mas estamos a fazer as coisas bem e de certeza que vamos conseguir bons resultados nos próximos encontros", atirou o extremo após a partida.
Muito ativo no relvado, Di María mostrou que ainda tem muita qualidade no seu pé esquerdo aos 38 anos, mas não conseguiu concretizar em golos para os argentinos. Terminou o encontro exausto mas foi ovacionado pelos adeptos.
"Voltar a jogar a Libertadores é um sonho. E ganhá-la pelo Rosario Central seria incrível.. algo muito acima de um sonho, seria histórico!", tinha dado o mote quando regressou ao clube do seu coração na época anterior.
Inserido no Grupo H, o Rosario Central vai defrontar ainda os venezuelanos do Universidad Central e os paraguaios do Olímpia.
Por Diogo Jesus