Atual campeão da Europa, o PSG vê-se na necessidade de discutir com o Monaco o acesso aos oitavos de final da Champions por ter finalizado a fase regular da competição num insosso 11.º lugar. Chega ao Louis II, no principado, depois de um inesperado revés (1-3) diante do Rennes que o fez perder a liderança da Ligue 1 para o Lens. A explosão de Dembélé – criticou a falta de coletivismo dos companheiros – após a derrota continua a ecoar embora João Neves garanta que está tudo normalizado no seio do plantel. “O ambiente no balneário é bom. Está toda a gente confiante e pronta para amanhã. Creio que Dembélé tenha pretendido reforçar aquilo que fizemos na época passada. Há que jogar coletivamente, como uma equipa. Essa é uma das forças do PSG. Acho que é isso que ele quis enfatizar. Quando se tem algo para dizer, diz-se na cara das pessoas”, refere o médio luso, que deve ser titular tal como Nuno Mendes (se vir um cartão amarelo falha a 2.ª mão do playoff, agendada para dia 25 em Paris) e Vitinha.
A importância do duelo
O desaire frente ao Rennes pode ser o ponto de partida para a indispensável transformação que o PSG precisa de fazer antes da etapa final da temporada. “Não gostamos de perder jogos, mas isso por vezes acontece. Vamos à procura de triunfos, estamos ansiosos para que se inicie o desafio com o Monaco. Sabemos que podemos melhorar. Jogaremos coletivamente, iremos pressionar quando não tivermos a bola, tentar reconquistá-la rapidamente. Luis Enrique disse-nos que o jogo com o Monaco pode mudar por completo a época. É natural que o tenha dito pois o final da competição está a aproximar-se”, anota João Neves, assegurando que se encontra em pleno fisicamente: “Estou a cem por cento das minhas capacidades. Estou pronto para jogar!”
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