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O Wolverhampton revelou esta terça-feira que a UEFA rejeitou o seu pedido de adiamento do jogo de quinta-feira, da primeira mão dos 'oitavos' da Liga Europa, com os gregos do Olympiacos, por causa do surto de Covid-19.
No entanto, a partida acontecerá à porta fechada, em conformidade com a suspensão temporária imposta pelo Governo grego para que os eventos desportivos sejam realizados sem espetadores, com o objetivo de limitar a propagação do novo coronavírus (Covid-19).
"Entendemos que a viagem representa riscos desnecessários para os nossos jogadores, funcionários, adeptos e famílias de todos num momento tão crítico e incerto como aquele que se vive na Europa e no Mundo", pode ler-se no comunicado publicado pelo Wolverhampton no seu site oficial.
No mesmo texto, o clube inglês manifesta também preocupação pelos jogadores do Olympiacos, que foram esta terça-feira sujeitos a testes para despiste do coronavírus em virtude do seu presidente ter contraído a doença.
"Além disso, consideramos dececionante que o jogo seja disputado sem espetadores, cuja presença torna esta competição tão especial, além de o facto de os nossos adeptos já terem enfrentado semelhantes ameaças nesta competição na época corrente", refere o emblema inglês, para o qual "existem coisas mais importantes do que o futebol", como a saúde dos seus jogadores e do público em geral.
No entanto, o clube mais português de Inglaterra, que conta nas suas fileiras com seis internacionais lusos, além do treinador Nuno Espírito Santo, esclarece que respeita a decisão da UEFA e a integridade da competição, pelo que viajará para a Grécia na quarta-feira para disputar no dia seguinte a segunda mão dos oitavos de final.
A concluir, o Wolverhampton diz esperar que o pedido que formulou à UEFA de adiamento do jogo e a consequente aceitação da resposta negativa daquele organismo sirva para que sejam consideradas opções alternativas para próximos jogos da competição, tendo em conta os condicionamentos causados pelo coronavírus.
A epidemia de Covid-19 foi detetada em dezembro, na China, e já provocou mais de 4.200 mortos.
Cerca de 117 mil pessoas foram infetadas em mais de uma centena de países, e mais de 63 mil recuperaram.
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