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CAN: 18 adeptos do Senegal condenados a entre três e 12 meses de prisão devido aos incidentes na final

CAN: 18 adeptos do Senegal condenados a entre três e 12 meses de prisão devido aos incidentes na final

Dezoito adeptos senegaleses foram esta 5.ª feira condenados pela justiça marroquina a penas de prisão que variam entre três meses e um ano, devido aos incidentes violentos na final da Taça das Nações Africanas (CAN'2025).

Os réus foram processados por diversos atos 'hooliganismo', uma acusação que inclui o uso de violência, particularmente contra agentes de autoridade, danos a equipamentos desportivos, invasão de campo e arremesso de objetos, tendo o ministério público marroquino solicitado penas de até dois anos para cada um dos visados.

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A final, disputada em 19 de janeiro, foi vencida pelo Senegal frente ao anfitrião Marrocos no prolongamento (1-0), graças a um golo de Pape Gueye (dos espanhóis do Villarreal), com as autoridades marroquinas a estimarem em mais de 450 mil euros os estragos provocados no Estádio Príncipe Mulay Abdellah, em Rabat.

A Confederação Africana de Futebol (CAF) impôs multas pesadas e sanções a ambas as seleções pelas condutas "inapropriadas" de jogadores, técnicos e adeptos, ainda que tenha confirmado o título de campeão da CAN2025 ao Senegal, ao contrário das pretensões de Marrocos.

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Em termos monetários, a Federação Senegalesa de Futebol foi condenada ao pagamento de mais de 500 mil euros pelo comportamento inadequado dos seus adeptos e pela conduta antidesportiva dos seus jogadores e equipa técnica.

A congénere marroquina também foi sancionada a nível financeiro, em cerca de metade do valor (mais de 250 mil euros), sofrendo também sanções desportivas.

A CAF sancionou também Pape Thiaw, selecionador senegalês, com cinco jogos de suspensão por incitar os seus jogadores a abandorarem o relvado durante a final.

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No início deste mês, Marrocos anunciou que iria recorrer destas sanções, enquanto a federação do Senegal tomou conhecimento das penalizações impostas pela CAF e decidiu não recorrer.

Por Lusa
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