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Confederação africana diz que vai respeitar decisão do TAS sobre a CAN'2025

Jogadores do Senegal exibem troféu de campeão africano
• Foto: AP

O presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Patrice Motsepe, disse este domingo que o organismo vai respeitar "qualquer decisão do Tribunal Arbitral do Desporto" (TAS) em relação à retirada do título da CAN2025 ao Senegal.

"Respeitaremos qualquer decisão tomada pelo Tribunal Arbitral do Desporto em relação à decisão de revogar o título da Taça das Nações Africanas (CAN) do Senegal", referiu o dirigente máximo do futebol africano.

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Motsepe falou à imprensa após a reunião do Comité Executivo da CAF, que decorreu hoje no Cairo, acrescentando que não pode dizer mais do que já tenha sido dito em relação à decisão de subtrair o título ao Senegal.

Em 17 de março, a CAF puniu, com uma derrota por 3-0, o Senegal, que tinha vencido Marrocos (1-0) numa final atribulada da CAN2025, em 18 de janeiro, em Rabat.

Já nos descontos no tempo regulamentar, os jogadores do Senegal saíram para os balneários, em protesto pela marcação de uma grande penalidade a favorecer Marrocos, mas que o marroquino Brahim Díaz acabaria por falhar.

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No prolongamento, foi o Senegal a adiantar-se no marcador, com Pape Gueye a marcar o único tento do encontro e a conseguir que os senegaleses alcançassem o triunfo na competição continental.

A CAF já tinha punido o selecionador Pape Thiaw com uma suspensão de cinco jogos e as duas federações com elevadas multas pecuniárias.

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No sábado, no Stade de France, em Paris, o Senegal, que recorreu para o TAS, mostrou aos adeptos, a anteceder o jogo particular com o Peru, o troféu de campeão da Taça das Nações Africanas (CAN2025).

O capitão Kalidou Koulibaly subiu ao relvado com a taça, que, ao som de um miniconcerto da estrela senegalesa Youssou Ndour, foi passando de mão em mão.

O presidente da Federação Senegalesa de Futebol, Abdoulaye Fall, já tinha classificado a decisão da CAF como o "roubo administrativo mais descarado da história do desporto" e afirmou que "o Senegal se recusa a aceitar este desfecho".

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Por Lusa
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