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O Egito é o grande dominador do futebol africano de seleções. Os faraós são a equipa com mais participações (22) na Taça das Nações Africanas, com mais títulos continentais (7) e com mais finais disputadas nesta prova (8).
Curiosamente, a formação egípcia é a grande ausente desta 29.ª edição da CAN, depois de ter sido surpreendentemente eliminada pela República Centro-Africana, logo na 1.ª ronda de apuramento…
Desde 1957, a competição já conheceu 14 vencedores diferentes. Uma lista que aumentou na última edição, em 2012, quando a Zâmbia chegou ao troféu de forma surpreendente.
O facto de estarmos prestes a assistir a duas CAN intervaladas por 12 meses tem uma explicação: evitar que a prova deixe de ser disputada em anos de Mundial. Assim sendo, a próxima edição terá lugar somente em 2015, em Marrocos.
O torneio inaugural acabou por funcionar como um… triangular, já que apenas três selecções estiveram presentes. A partir de 1968, a competição passou a ser disputado de dois em dois anos e, em 1998, estabilizou naquele que é o atual formato, com 16 equipas.
A década de 60 fica marcada pelo domínio ganês, conjunto que venceu dois títulos seguidos (1963 e 1965) e cedeu, logo depois, em duas finais consecutivas (1968 e 1970).
Os anos 70 marcam depois uma espécie de democratização na atribuição do troféu, com seis vencedores diferentes – Sudão, Congo, Zaire, Marrocos, Gana e Nigéria.
As Super Águias, que levantaram o caneco em 1980, acabariam por perder duas finais nessa década, vencendo novamente apenas em 1994, com o contributo dos bem conhecidos Yekini (ex-V. Setúbal) – melhor marcador dessa edição – e Amunike (ex-Sporting).
O novo século destaca-se pela existência de duas dinastias. A primeira construída pelos Camarões, de Samuel Eto’o – o melhor marcador da história da prova, com 18 golos – e Rigobert Song – futebolista com mais jogos (36) e mais edições (8) disputadas –, que ajudaram os Leões Indomáveis a conquistar dois títulos consecutivos, em 2000 e 2002.
A segunda, da autoria do Egito, que venceu três edições seguidas (entre 2006 e 2010), algo inédito na história da Taça das Nações Africanas.
Nota ainda para a Costa do Marfim que, guiada por uma geração cuja estrela mais cintilante é Didier Drogba, perdeu duas finais (2006 e 2012) nas últimas quatro edições.
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